Posts Tagged ‘Grandes músicas

08
Fev
10

As 15 melhores músicas britânicas… of ever.

Antes que me atirem à cara uma “Wonderwall”, “Rock the Casbah”, “Another brick in the wall” ou “For your love” quero-vos dizer que a vontade de aumentar o role de músicas para vinte foi ponderada a certa altura. Resolvi ficar pelos quinze para aumentar o desafio além de já ter esticado a corda (supostamente era para ser um topten).
A tarefa foi hercúlea e ingrata mas algum dia a tinha de fazer. É claro que uns se vão sentir injustiçados, outros discordarão de imediato por não verem reconhecida a banda de sua eleição, melhor, outros acharão que um top fifteen é bastante redutor e reduzido. Como é que os Floydianos poderão tolerar um top sem os dedos do Waters/Gilmour pelo meio? E o Eric Clapton, por Deus? E a (in)justiça de não colocar nenhum hit no duelo entre Oasis/Blur?
De qualquer forma e à custa de muita ginástica mental deixo-vos com os meus eleitos num crescendo temporal que trespassará várias gerações, movimentos e correntes artístiscas.
Na realidade, que outro país sem ser a Inglaterra conseguiu relatar as convulsões sociais do século XX, com tanta eficácia pelo seu cancioneiro?

10
Maio
09

Boa Noite

24
Abr
09

A música de 2009 até ao momento


The Drones – The Minotaur

Pago um copo a quem me mostrar uma música melhor do que esta, feita em 2009. “Havilah” é, provavelmente um, dos melhores álbuns rock deste ano e ainda a missa vai no adro no que toca a retrospectivas. Prestem atenção à letra. Estes “aussies” devem estar loucos!

Lyrics:

They come, they go
They never do not go
They come, they see
They conquer then they leave

With man-eating beliefs
Superior of death
With lineage and myth
And a half-heartedness at birth

I have the same old dream
About a tunnel by my bed
Where the stench of shit of minotaurs
Yawns like lewd and evil breath

But instinct and a map
Has set to work inside my head
Instead of shedding tears
I’ve learned to drink and piss instead

They come, they go
They never do not go
They come, they see
They conquer then they leave

I am in Rome
And i am going to the games
I see the gulf
And it’s going to
Bore my name into the

Green green grass
The catwalks of the past
My head is like an oven
As i rest it in my palms

We were just standing on the beach
When a bull rose from the surf
I said “show him the back door my dear
He’ll only paw the turf”

Three seasons came and went
Tracksuits found the dispossessed
My wife had other plans
And now a bastard surfs the web

There’s nothing she can do
He does not talk, he does not move
He spends all day looking at porn
Or playing fucking Halo 2

They come, they go
They never do not go
They come, they see
They conquer then they leave

I am in Rome
And i am going to the games
I am the last to find my seat
I’m standing at the gate

Intermission comes
Nerves are touched, and smokes are screened
It’s on a pack of cigarettes
Along with all our faults and memes and it says
Veni Vidi Vici

10
Mar
09

A música. A banda.

Neurosis – A sun that never sets

07
Mar
09

É por isso que simpatizo com o punk.

“Você acha que somos burros deliberadamente? Não temos pretensões em fazer arte. Nossa meta é escrever canções simples para a garotada toda se divertir. Nós somos anti-arte. O nosso negócio é divertir. Não queremos ficar a experimentar, tentando inovar. É assim que os fãs gostam de nós”

– Michael Bradley, baixista da mítica banda punk norte-irlandesa The Undertones referindo-se à postura irreverente e “no rules” da banda que era apanágio, então, do vibrante som da época. Influenciados por uns The Jam, Buzzcocks ou SexPistols e inebriados por uma idílica anarquia no ar estes tipos simbolizam tudo o que o punk foi desde a glória extasiada até à decadência fadada. Música pela música, diversão pela diversão, DIY para sobreviver. Foram momentos encalhados num tempo que não volta atrás mas que teimosamente muitas bandas parecem não querer entender. Não sou anti-arte (antes pelo contrário), o meu negócio não é só divertir-me, suspeito até que não seja grande amante do canções simples – salvo algumas excepções – mas alguém tem de as fazer. Foi o meu elogio a um estilo que ainda não morreu.

24
Maio
08

momentos musicais de 2007… V.

“All the love” – Ulver

18
Maio
08

Momentos musicais de 2007… IV.

“Rails to the river” – Ghost Brigade




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