Archive for the 'Sem-categoria' Category

16
Abr
09

Aquele post lamechas

foto-bvrvhywl

Uma troca de mensagens numa segunda feira à noite.

Zé Manel: Do centro de Varsóvia, os amigos Zé e Aga enviam muitos beijinhos e abraços. Até um dia destes.
M@F (eu): Um beijinho bom para a Agazinha e um abraço sentido para um amigo de uma vida. Já não se fazem pessoas como vocês. From Barcelos to Warsaw, with love!

11
Abr
09

…e da costela do homem, o criador superou-se!

Ava Gardner

07
Abr
09

“Não me mandem cuecas para o palco, eu não sou o Tony Carreira”

greenwindows1Porquê enveredar agora, um momento tão ténue e fugaz como qualquer outro, num tributo a José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares e ao seu legado. Porque sim. Porque o Cid para muita gente não é só a mãe do rock português, é também a reminiscência infantil da mítica pasta de chocolate “Galak” (aquela de chocolate branco com um golfinho no rótulo). Quem é que nunca deu por si, qual grávida sequiosa, com súbitas vontades de voltar a degustar um quadrado “Galak”, 2 ou 3 anos depois. Escrever sobre o José Cid é, em traços largos, a mesmíssima e estranha experiência de um deja vu de algo que nunca se fez, num lugar onde nunca se esteve mas que guardamos com especial ternura. E aí, entra a parte do chocolate. Seja lá o que isso for.

“A nova geração tem de descobrir qual é o seu dinossauro. Todos os países têm o seu dinossauro. Os franceses têm o Johnny Halliday, os espanhóis o Miguel Rios. Ambos são uma porcaria ao pé de mim. Sou infinitamente melhor do que eles e tenho uma melhor estética.” in Pública, 2003

“O último álbum da Madonna é um cagalhão.”, em entrevista à Rádio Comercial, 2006

“Uma vez perguntaram-me se eu era um cantor romântico… eu raramente sou um cantor romântico, os cantores românticos tem mau hálito e pila pequena.”, in Aveiro – Festa de São Gonçalinho, 2007

Os (quarteto) 1111 foram provavelmente a melhor banda da europa continental da sua geração.” in Programa do alvim, Sic Radical.

 “Usem e abusem de mim. Estou cá, canto e bem ao vivo. Façam de mim o que quiserem. Estou com uma grande voz.” in Pública, 2003

 

“Se Elton John tivesse nascido na Chamusca, não teria tido tanto êxito como eu.” in Pública, 2003

Existem momentos deliciosos na carreira de José Cid. Da vetusta figura matricial do rock português com os seminais quarteto 1111 e nas suas incursões progressivas a solo, todos têm o maior respeitinho e reverência. Mas se falarmos nos mega-êxitos “como o macaco gosta da banana”, ou “favas com chouriço” juntamente com aquele freudiano episódeo do disco de ouro a tapar-lhe os genitais, os arautos da música portuguesa empinam o nariz e descem do trono para o julgar e classificar como uma piada. Meus caros, lamento desiludi-los, mas José Cid é uma e só pessoa e não sofre de dupla personalidade. Foi sempre um outsider, uma personagem à margem da indústria e do sistema. Um lutador que sempre se bateu pela internacionalização da música portuguesa desde que idealizou os Green Windows . Ninguém quis saber dele… e a Ruth Marlene e a Mónica Sintra fizeram o resto. Passados tantos anos, certas mentes luminosas se aperceberam que ele tinha feito um marco nos anos 70, “o 10,000 mil anos depois entre vénus e marte”, um dos melhores álbuns de sempre na linha rock progressivo… e o mito voltou. Voltou para animar semanas académicas e festas juvenis, para ser aquilo que sempre quis ser. Um eterno rebelde. Obrigado Cid.

04
Mar
09

Estou de volta !!!

Alguém tem de abanar esta merda toda. Já estava a ficar farto do meu próprio silêncio. Motivos pessoais e cansaço das rotinas fizeram com que eu estivesse fora do estaminé por largos meses. Agora venho para ficar e para quem me quiser aturar. Peço desculpa pela fuga abrupta a 22 de Julho, apenas não me apetecia escrever mais. Obrigado e até já.




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