Arquivo da categoria 'Política'

18
Mai

Perspectiva histórica da educação bilingue, nos EUA.

A realidade a que muitos chamam de nova, da importância na aprendizagem de línguas estrangeiras, hoje em dia, deu um grande passo virando quase senso comum.
É da maior relevância o papel da língua na comunicação social, num tempo dominado pela globalização, pela notícia e pelo conceito de cultura reciclável. O mundo funciona mais rápido, ou assim o parece.
Indissociável do tema da linguagem e sua convivência cultural, estão sem dúvida os Estados Unidos da América que pela sua diversidade étnica e humana, reflectem o seu pluralismo e riqueza mas que por outro lado gera uma crise de identidade nacional e especificamente linguística que atravessa os seus 50 estados e atormentando o seu futuro.

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17
Mai

shot da semana #4.

“O PSD precisa dum banho de moralidade nesse aspecto - os saltapocinhas parmanentes da política têm que descansar e comigo isso vai acontecer. Podem ter a certeza e as distritais vão ter que se convencer disso. Isto não é uma questão de lugares nem de poder, eu tenho essa grande vantagem: já provei dos cargos todos que esses senhores andam atrás.” (…)

“Acha que Jardim cumpre a tal cartilha de deveres de que fala? Ele diz que, quem quer que ganhe o partido, vai perder com Sócrates.
Alberto João Jardim é líder do PSD Madeira, que tem um estatuto autónomo e nas horas essenciais tem contribuido para as vitórias do partido. Claro que ele, como qualquer militante, tem direitos e deveres, mas tem uma grande, grande, coluna de crédito no partido.” (…)

“É preciso ter um caminho. Passos Coelho deve começar por se candidatar a uma câmara.” 

 

Entrevista de Santana Lopes,in Expresso.

Santana Lopes e o seu mais recente código de conduta para o partido:

  • acto de contricção político ou vejam antes a experiência que o homem tem; 
  • triagem de “crédito” dentro do partido; 
  • carreirismo político e subsequente política mercenária. 
Tirem as vossas próprias conclusões. E não se esqueçam de ler a entrevista completa. É delirante.
10
Mai

Entre um horizonte e um pixel.

Esta é a minha candidata “laranja”, nas próximas directas.

23
Abr

Bandeiras em tempos de crise.

A respeito de mais um caso sensível ao nível do jornalismo nacional, introduzo um tema que não sendo o mais representativo e dialéctico se impõe pelo seu carácter actual e normativo. Falo do caso de Fernanda Câncio, bandeira política nos dias que correm de certas bases do Partido Social Democrata (PSD) e novo alvo da enxuta comunidade blogosférica. Antes de deambular por acervos, factos, “opiniões” e difamações assinalo aqui a minha indignação por um “caso” que não é caso e que surpreendentemente foi feito ónus de uma estratégia político/partidária. Todas as motivações a defender são falíveis porque não se vislumbram aqui estados de espírito ou opiniões especulativas. Todo isto é do domínio dos próprios factos. Nada aqui escapa à verdadeira essência da questão. Contudo o constante clima de suspeição e calúnia, tantas vezes referido por José Miguel Júdice não esbarra no bom senso e consciência.

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13
Abr

Shot da semana #3

«O acto de apontar o dedo (Media) é uma das mais dignas e difíceis missões cívicas, dentro de um Estado de direito. (…) O jornalista necessita perceber quer ser limitado de um ponto vista funcional, é também uma qualidade do jornalista. (…) O político não estará obrigado a contestar a qualquer pergunta. Pode contorná-la ou no máximo, omitir a resposta.»

by Miguel Portas

Ainda na ressaca da passagem do bloquista pela minha universidade, convém dissertar por alguns momentos as suas palavras, idas ao encontro do papel do jornalista na sociedade, arrogadas pela surpresa e heterodoxia com que foram proferidas a algumas dezenas de formandos na especialidade.
Se a primeira parte da pergunta ainda levantou alguma consenso nas hostes, o que faltava de polémica e discórdia revelou-se por entre fracções de palavras que pouco combinam como «limitado» e «jornalista» ou «político» e «omissão». E o caso não foi para menos, embora não seja um indefectível das suas teorias Miguel Portas só veio teorizar a prática corrente. O jornalista não precisa de ultrapassar nem ser ultrapassado pelo busílis do seu trabalho. Na mesma linha, o político moderno que ainda representa os valores adquiridos de uma democracia republicana (e nisto gostava de ser bem explícito) não necessita, nem deve se dispôr a um interrogatório inconclusivo, desnorteando a sua “verdade partilhada”, devendo isso assim assumi-la e defende-la usando as ferramentas possíveis e contempladas no seu rol de direitos.
Terminando, nem tudo o que parece é. E se do lado do jornalista o papel é escrutinar e dissuadir a seu favor o político no seu papel social, não podemos exigir a estes que se fragilizem dando o corpo às balas de qualquer inquiridor.

13
Abr

MIGUEL PORTAS NA UTAD.

Por que caminhos se regem vocações tão tangíveis e ao mesmo tempo díspares como a comunicação social e a política? O que faz com que esses mesmos caminhos, aparentemente próximos e complementares, se distanciem por autonomia das suas funções?
Estas foram algumas das questões postas em debate na mais recente conferência sob o título: Política e Jornalismo; que teve lugar no Auditório 1.10 do Complexo Pedagógico da UTAD.

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19
Mar

Nós e os bichos!

A verdade é que está cenário político está a entrar no domínio do completo caos. Despindo a capa de blogger respeitável apetece dizer que está tudo doido.
Quem é esta gente desocupada e mentalmente apática que se preocupa em legislar um dia nacional para os cães. Sim, ouviram bem, não é nenhuma brincadeira ou metáfora de qualquer espécie.
Anda a rolar por esta altura, uma petição na bancada do PSD que visa reconhecer o nosso “melhor amigo” em data simbólica como prioridade nacional, em cadernos de encargos de indivíduos como Ana Manso, Montalvão Machado ou Marques Guedes - este aliás, líder parlamentar.
Eu já nem falo que os dias nacionais e feriados incorrem a tributos humanistas, que a atribulação interna do PSD justifique certos folhetins arremessando areia para os olhos de muita gente. Ou que o sentido obrigatório da acção política deve ter em conta outras pastas de interesse nacional.
Mas é sempre bom reconhecer quais as medidas que os “laranjas” cogitam para prevenir o abandono e maltrato de animais domésticos.
Até porque a sensibilização social conjugada com o enquadramento legal de protecção a animais domésticos pode e deve ser um imperativo de um estado de direito. Mas o ridículo tem limites ao considerar esta ideia peregrina e o rol de aberrações políticas que aí se fazem.
Mesmo que muitos ignorem alguns princípios básicos da democracia, uma câmara de deputados representativa dos seus eleitores tem como função orientar os destinos de uma nação de acordo com regras de bom-senso e racionalidade prática. Esta proposta é um atentado à confiança e respeito de qualquer cidadão informado, independente e mentalmente estável.
Mas atendendo o que temos visto desta associação recreativa (PSD) como lhe chama o Henrique Raposo nada disto é estranho e imprevisível.
À falta de uma estratégia responsável e alternativa cada um joga com o que tem e com que nos pode dar. E esse é o verdadeiro problema da direita nos dias que correm.

18
Mar

Shot da semana #2.

«…Em 2005, o PS potenciou e muito os seus ganhos com votos de rejeição contra a “oferta” que o PSD dava ao eleitorado. Há alguma razão para pensar que (o eleitorado) em 2009 vai adorar o que rejeitou em 2005? Nenhuma.»

by José Pacheco Pereira, in Abrupto.

O problema que se coloca actualmente no PSD não são as supostas elites a fazer pressão interna tampouco é a liderança do Engenheiro Sócrates. Impõe-se pela acção inócua e anódina de uma opção para 2009 que de facto não é. Que se descredibiliza a cada momento que a sua leadership abre a boca em público, recorrendo ao populismo mais barato de atacar uma proposta sem viabilizar nenhuma alternativa. Desfazendo a simbologia histórica e referencial de um logotipo em nome da moda Sarkozy. Caracterizando uma incoerência pública escandalosa pautada pelas intermitências de Menezes, pela incompetência de Santana e pela grosseria de Ribau. Algo se passa, no reino social democrata.

17
Mar

Défice democrático!?! Onde?

  99,7%…

…é a percentagem pela qual Alberto João Jardim foi eleito presidente da Comissão Política Regional do PSD-Madeira. Imagino o que terão feito ao militante 0,3% - salvo se for abstenção, é claro. Já lá dizia o outro, que a Madeira não é uma autocracia. Por estes números, é um unanimismo.  

16
Mar

“Caminharei pelo vale da morte e terei sucesso, porque sei que Deus está comigo!!!”

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 Legado Bush:

  1. Uma guerra; milhares de mortes; uma mentira.
  2. Um discurso e uma actividade de política externa imperialista e troglodita; políticas de conveniência em zonas estratégicas do globo.
  3. Guantánamo, tortura e o pânico ao Islamismo. 
  4. Uma economia americana cada vez mais frágil, com o dólar a cair e a perder valor face ao euro.
  5. Um passivo recorde na já longa democracia dos states.
  6. Uma economia global a sofrer na pele as consequência evitáveis da especulação imboliária e do subprime.
  7. Uma política de imigração de exclusão e nacionalista, na linha republicana.
  8. O afastamento escolar de línguas minoritárias dentro do espaço americano (a portuguesa como exemplo); a consequente fragilização da cultura tradicional bilingue americana.
  9. A defesa da pena de morte no dito país mais desenvolvido e rico do Mundo
  10. Uma figura ridícula e pobre intelectualmente imbuída num espírito fanático religioso que faz as maravilhas do Daily Show e do Colbert Report.

Acrescentem mais alguma coisa, se eventualmente me esqueci de incluir mais um “feito” do nosso amigo “cowboy maluco”. Em construcção. 

11
Mar

Sem Resposta.

Sobre a (in)actividade política do maior partido de direita em Portugal, o seu líder teceu esta surreal confissão via Jornal de Notícias, numa entrevista tendo como ponto de ordem, o conturbado estado de guerrilha interna e a ambição a longo prazo de substituir o actual governo colapsando o “estado de nojo” e o “ruído” que se mantém à volta do PSD:

″PSD ainda não merece estar à frente nas sondagens”

Na resposta, Clara Ferreira Alves habitual comentadora do programa Eixo do mal, da Sic Notícias contestando a passividade de Menezes replica da seguinte forma:

“O poder não se merece. Conquista-se por mérito.”

Comentário do Webmaster: Ipsis Verbis, Clara.

01
Mar

CHEGA !!!

E é já, numa toada irrisória e cansativa que publico este mais recente post sobre o delirante “universo” político Português. Desta vez venho vos falar de um menino. Um menino guerreiro, melhor dizendo. Exímio, ao caluniar adversários políticos espalhando boatos pedantes e sórdidos que fariam Sá Carneiro dar voltas ao caixão. Intocável, recorrendo à sua estratégia de vitimização constante, ora acusando este, ora acusando aquele pelas mais variadas falhas e derrotas que vai somando. Crispado com Cavaco Silva, Pacheco Pereira, M. Rebelo Sousa ou Jorge Sampaio vá-se lá saber porquê (ou será que não). Usando o deboche e a contra-informação como armas de arremeso políticas.

Mas nisto ele está perfeitamente convicto - foi vítima de maquiavélicas conspirações por homens-sombra da alta esfera política visando destruí-lo e afastá-lo dos altruístas postos que ocupava. Estamos a falar de um homem que ajudou a afundar a Câmara mais endivididada do País e que foi co-responsável com o não menos discreto P. Portas pelo sofrível e vergonhoso XVI Governo Constitucional de portugal. Resumindo e sem mais espaço para falsas ironias, um cadáver político que persiste em se arrastar pelo ridículo que é a sua agenda, as suas intervenções, a sua liderança bicéfala.

Ele é vê-lo, a visitar o “País Real”, a “caçar” na sua bancada parlamentar algumas ”bruxas” indesejadas e a esgrimir o seu ego e personalidade de estado com o antigo colega de comentários na RTP. Tudo isto relativamente aceitável e previsível dado o estado de catatonia em que se encontra o PSD e a sua incursão populista e ideológica - se é que a tem.

O que já começa a cansar e ultrapassa os limites da razoabilidade e do bom-senso é a mais recente cruzada contra os media e “esta espécie de democracia”, em mais uma das inúmeras figuras de inocente e indefeso, dono da verdade, enfim, eterno injustiçado.

Argumento: Julga que os jornais e TV’s apaparicam Sócrates e o seu executivo defendendo-o exaustivamente - dando o estranho caso da sua entrevista à Sic, como exemplo, perseguindo-o a ele com reportagens maldosas (Ângela Silva do Expresso), perguntas agressivas (Clara de Sousa da SIC) desabafando mais uma “pérola” com acesso directo ao anedotário nacional, transcrita do seu blogue: «…o único país da Europa em que se lê toda a Imprensa e não há um único jornal com linha editorial e com opinião próximas da Oposição (PSD).»

Ora, isto não se restringe apenas por ser falso e ridículo. Qualquer leitor assíduo e espectador atento dos generalistas e/ou cabo dá por falaciosas estas críticas de Santana. Mas como dizia, estas lamúrias não são só falsas, como integram a velha ambição de Santana ver a imprensa conservadora e elitista do seu lado e a fazer claque contra o poder instituído. Porém, “a bota não bate com a perdigota” pois o papel dos media na sociedade civil está bem esclarecido e não resulta como “oposição” aliada da oposição.

Santana e a sua outra metade encefálica (Menezes) têm o reflexo da sua partidarização incapaz, nos jornais. É normal que ele fique acabrunhado. Agora, é petulância a mais usar os media como “bode expiatório” naquilo que lhe compete fazer. O quarto poder ainda não substitui os primeiros. E Santana Lopes revela com isto que não aprendeu nada desde a sua destituição por Sampaio.

Veremos para quem sobrarão as culpas, nas legislativas de 2009.

    

26
Fev

Descubram as diferenças.




Cérebro da operação.

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