Este filme é lindo. Adjectivá-lo seria reduzir um pedaço de arte a um amontoado de palavras. Clint Eastwood é o rei Midas do cinema de autor, transforma em ouro tudo o que toca. Diálogos impressionantes com actores não-profissionais, uma história que poderia ser uma de tantas outras na américa dos ex-veteranos de guerra. Retratada com uma honestidade desarmante, sem manobras de diversão. Uma obra-prima sobre o sacrifício e a redenção humana. Uma ode a Charles Dickens em 9mm. O últime filme do velho Clint à frente das câmaras.
Não me lembro se chorei ao vê-lo mas de uma coisa tenho a certeza. É nestes filmes que eu gosto de chorar
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