06
Mai

Propostas da gerência #3.

Uma Segunda Juventude

Título original: Youth Without Youth
De: Francis Ford Coppola
Com: Tim Roth, Alexandra Maria Lara, Bruno Ganz
Género: Rom, Thr

EUA, 2007, Cores, 124 min.

Sinopse
Dez anos após o seu último filme, Francis Ford Coppola regressa à realização com “Uma Segunda Juventude”. Aos 70 anos, o professor de linguística Dominic Matei (Tim Roth) sobrevive miraculosamente após ser atingido por um relâmpago. No hospital, enquanto recupera, os médicos assistem incrédulos ao rejuvenescimento físico do professor. Esse rejuvenescimento é acompanhado por um desenvolvimento intelectual inexplicável que chama a atenção de cientistas nazis, obrigando o professor a exilar-se.
Em fuga, Dominic reencontra Laura - o amor da sua vida - e luta para terminar a sua tese sobre as origens da linguagem humana. Mas quando a sua pesquisa põe em perigo Laura, Dominic é forçado a fazer uma escolha entre o trabalho de uma vida e o seu grande amor.

Retirado de: Cinecartaz do público.

(Ver crítica mais à frente)

23
Abr

Entre um horizonte e um pixel.

 

A minha homenagem aos “Mários Machados” e às suas trupes Skinheads.
Valha-nos isto para rir.

23
Abr

Bandeiras em tempos de crise.

A respeito de mais um caso sensível ao nível do jornalismo nacional, introduzo um tema que não sendo o mais representativo e dialéctico se impõe pelo seu carácter actual e normativo. Falo do caso de Fernanda Câncio, bandeira política nos dias que correm de certas bases do Partido Social Democrata (PSD) e novo alvo da enxuta comunidade blogosférica. Antes de deambular por acervos, factos, “opiniões” e difamações assinalo aqui a minha indignação por um “caso” que não é caso e que surpreendentemente foi feito ónus de uma estratégia político/partidária. Todas as motivações a defender são falíveis porque não se vislumbram aqui estados de espírito ou opiniões especulativas. Todo isto é do domínio dos próprios factos. Nada aqui escapa à verdadeira essência da questão. Contudo o constante clima de suspeição e calúnia, tantas vezes referido por José Miguel Júdice não esbarra no bom senso e consciência.

Continue a ler ‘Bandeiras em tempos de crise.’

20
Abr

A urbe condensada dum diário.

 

Artista: Benga
Album: Diary of an Afro Warrior
Ano: 2008
Editora: Tempa/Flur 

Esta descoordenação musical revela-se o verdadeiro trunfo deste “diário” totalmente submerso em ambientes soturnos e pouco transparentes sob a síncope sub-grave que atravessa o seu epicentro. Pressente-se aqui algo de bastante inovador quase alienável. Atesta-se a fertilidade do dubstep pelas mãos deste teenager e regista-se o seu estado de saúde: referencial.

Continue a ler ‘A urbe condensada dum diário.’

19
Abr

Sabia que…

Dos 111 Imperadores Romanos,
80 morreram de morte violenta:

73 assassinados:21 pelos soldados e 52 por outros indivíduos. Apenas 31 tiveram morte natural.

19
Abr

Psicologia Social: bases e fundamentos.

Esta questão é muitas vezes colocada pelas pessoas, visto que, quando confrontadas com esta disciplina, poucas reconhecem realmente, o propósito da sua existência. O mais previsível é o facto de lhes ocorrerem o espectro das ciências sociais como a psicologia e a sociologia e concluírem que a psicologia social (PS) se apresenta como um meio, através do qual se tenta dar resposta às preocupações de ambas. Porém, a realidade é bastante mais complexa, uma vez que a psicologia social não constitui apenas a fronteira entre a psicologia e a sociologia, mas afirma-se, antes de mais, como uma disciplina autónoma. De facto, estas disciplinas partem de perspectivas teóricas distintas, ou seja, existem diferenças a nível da metodologia, cientificidade, e de pressupostos teóricos, dos problemas de investigação e dos paradigmas, construindo, assim, distintos objectos e rumos científicos.

Continue a ler ‘Psicologia Social: bases e fundamentos.’

16
Abr

Momentos Musicais de 2007… II.

“No cars go” - Arcade Fire.

14
Abr

As intermitências da morte.

“Coração” - Maria Thereza Noronha

Morreu de faca no peito
quanto o coração só lhe falava
de amor.
A faca se abriu em chaga
vermelha e meio com jeito
de flor.

Morreu de febre no leito
quando o coração já lhe falhava
no peito.
Deixou órfãos e viúva.
Partiu num dia de chuva
sem palavras.

Morreu de foice no eito
enquanto o coração lhe sussurrava:
— que proveito?
Deu por perdida a batalha:
a sua, não o que restava
a ser feito.

Morreu de fome e direito
negado, quando o coração
só lhe dizia CHEGA! E o esqueleto
já se entrevia antes de enterrado.
Morreu de omissão:
assassinado.

Morreu de fúria e despeito
quando o coração se lhe inchava no peito.
E a epígrafe se destacava:
“Não será de ninguém
o que é meu.
De direito!”

13
Abr

Shot da semana #3

«O acto de apontar o dedo (Media) é uma das mais dignas e difíceis missões cívicas, dentro de um Estado de direito. (…) O jornalista necessita perceber quer ser limitado de um ponto vista funcional, é também uma qualidade do jornalista. (…) O político não estará obrigado a contestar a qualquer pergunta. Pode contorná-la ou no máximo, omitir a resposta.»

by, Miguel Portas

Ainda na ressaca da passagem do bloquista pela minha universidade, convém dissertar por alguns momentos as suas palavras, idas ao encontro do papel do jornalista na sociedade, arrogadas pela surpresa e heterodoxia com que foram proferidas a algumas dezenas de formandos na especialidade.
Se a primeira parte da pergunta ainda levantou alguma consenso nas hostes, o que faltava de polémica e discórdia revelou-se por entre fracções de palavras que pouco combinam como «limitado» e «jornalista» ou «político» e «omissão». E o caso não foi para menos, embora não seja um indefectível das suas teorias Miguel Portas só veio teorizar a prática corrente. O jornalista não precisa de ultrapassar nem ser ultrapassado pelo busílis do seu trabalho. Na mesma linha, o político moderno que ainda representa os valores adquiridos de uma democracia republicana (e nisto gostava de ser bem explícito) não necessita, nem deve se dispôr a um interrogatório inconclusivo, desnorteando a sua “verdade partilhada”, devendo isso assim assumi-la e defende-la usando as ferramentas possíveis e contempladas no seu rol de direitos.
Terminando, nem tudo o que parece é. E se do lado do jornalista o papel é escrutinar e dissuadir a seu favor o político no seu papel social, não podemos exigir a estes que se fragilizem dando o corpo às balas de qualquer inquiridor.

13
Abr

Entre um horizonte e um pixel.

E Florença ali tão perto…




Cérebro da operação.

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